Dekassegui é o termo utilizado para designar pessoas que saem de sua terra natal para trabalhar em outros lugares. No Brasil, é utilizado para designar filhos e netos de japoneses de saem do Brasil e vão para o Japão em busca de oportunidades de trabalho.
Esse assunto será abordado nos 4 dias do IV Congresso do Movimento Dekassegui que se realizará no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo do dia 17 a 20 de julho de 2008.
Eu (Valeria Nakamura) e meu amigo Mauro Miaguti realizaremos a palestra intitulada “Empreendedorismo: uma solução para o Dekassegui”.
Veja a programação do Congresso no site:
http://www.sebraesp.com.br/hotsite/dekassegui/default.aspx
Participe!
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Recebi o texto abaixo do Rogério, um empreteco que sempre envia materiais bastante interessantes e resolvi compartilhar com vocês.
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O(A) empreendedor(a) de sucesso é aquele(a) que não se cansa de observar, procurando novas oportunidades, seja no caminho de casa, no ônibus, nos “papos” com amigos, nos contatos familiares, nas compras, lendo jornais ou revistas, vendo televisão.
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A curiosidade é a grande companheira do(a) empreendedor(a). É a sua forma de conhecer os segredos dos negócios. Suas chances de sucesso aumentam com o conhecimento e o sucesso só vem para quem trabalha duro para obtê-lo.
Alguns novos empreendedores acham que devem manter a idéia da empresa em segredo. Nada mais enganoso, porque o segredo não permite a valiosa contribuição de terceiros.
Timmons (1994) aborda o tema, que denomina “Os 7 segredos do sucesso”:
- Não há segredos. Somente o trabalho duro dará resultados.
- Tão logo surge um segredo, todos conhecem imediatamente
- Nada mais importante do que um fluxo de caixa positivo.
- Se você ensina uma pessoa a trabalhar para outras, você a alimenta por um ano mas, se você a estimula a ser empreendedor(a), você a alimenta, e a outras, durante toda a vida.
- Não deixe o caixa ficar negativo.
- O Empreendedorismo, antes de ser técnico ou financeiro, é, fundamentalmente, um processo humano.
- A felicidade é um fluxo de caixa positivo.
Fonte: DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo: Cultura Editores Associados,1999.
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Como estão os seus processos de trabalho? Quanto tempo você demora para atender seu cliente? Quais equipamentos não podem faltar em sua empresa? O layout está adequado?
Cada vez mais, verifico que um dos grandes problemas nas empresas está em seus processos que são falhos, o que causa uma grande ineficiência e perda de lucratividade.
Em seu plano de negócios você deve descrever os principais processos de sua empresa, por exemplo, a fabricação (não quer dizer contar seu segredo industrial) como é realizada, a comercialização (os meios utilizados) e/ ou a prestação de serviço.
Além disso, deve constar os equipamentos que você utiliza e como é o layout para que possa ser analisada a produtividade e eficiência do processo.
Em qualquer tipo de negócio, você conseguirá fazer toda essa descrição e provavelmente você se deparará com alguns gargalhos que ameaçam sua empresa.
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Este é o título de um artigo que foi publicado na Revista Exame em 7 de maio de 2008 sobre a Starbucks.
Apesar de ser uma grande empresa, podemos trazer os problemas ocorridos com ela para o dia-a-dia das pequenas empresas também.
A Starbucks é a maior rede de cafeterias do mundo que cresceu com um conceito de uma loja de bairro charmosa e confortável, um santuário para aqueles que apreciam um bom café.
Porém, no processo de crescimento com a ânsia de ter mais lojas, mais clientes e conseqüentemente mais lucratividade, a Starbuck trocou valores essenciais e acabou por perder a identidade da marca quando resolveu incrementar o cardápio com refeições cheias de ovos e bacon, sobrepondo seu odor sobre o cheiro maravilhoso e inebriante do café (acho que vocês já perceberam que eu sou fã deste produto).
Assim, vários adoradores de café deixaram de freqüentar a Starbucks, pois todo o conceito que eles valorizavam se perdeu e pior, as ações da empresa começaram a cair. Enfim, a estratégia foi totalmente errada.
Por isso, sempre oriento meus clientes a cuidarem do momento de crescimento da empresa, pois muitos acreditam que colocando novos produtos a chance será maior, abrindo novas frentes de trabalho, ganharão mais. E às vezes, isso não acontece, pois os empreendedores perdem de vista seu foco de atuação e seu diferencial competitivo que os fizeram chegar onde chegaram. Vender mais nem sempre é sinônimo de maior lucratividade, pois muitas vezes, isto implica em você comprar mais, ter uma estrutura física maior, ter mais funcionários, enfim, muito mais custo.
Ao buscar o desenvolvimento da empresa, pense com a cabeça e utilize ferramentas simples como papel e caneta para traçar muito bem as estratégias e assim você visualizará coisas que nem imaginava. O coração, nesse momento, sempre vai bater mais forte e você terá vontade de “sair fazendo”, pois nunca acreditamos que dará errado, afinal “até agora” tudo tem dado certo, mas faça com que ele desacelere com muito planejamento.
Tenha certeza, muitas empresas quebram nesse processo desacelerado e desajustado de crescimento e não faça parte deste grupo.
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É um filme que fala da importância do sonho e como isso pode ser um mobilizador para as outras pessoas que compartilham dele.
Charlie é um ex-astronauta que sempre teve o sonho de ir para o espaço, porém antes de alcançá-lo teve que sair da Nasa para cuidar da fazenda de seu pai que se suicidará.
Mas, apesar das dívidas hipotecárias da fazenda subirem, Charlie continua construindo um foguete no celeiro e tem a certeza de que dessa forma poderá ir ao espaço.
Seu sonho faz com que sua esposa, suas 2 filhas, seu filho e seu sogro cada vez mais se unam, buscando cada um da sua forma, atingir o resultado esperado.
Um dia, Charlie é informado de que seus bens serão executados. Nervoso, atira um tijolo no banco e a polícia o encaminha para a enfermeira da cidade que deve fazer uma avaliação psicológica. Na sala de espera, ao seu lado, tem um garoto e Charlie pergunta a ele o que ele vai ser e ele responde que não sabe.
Nesse momento, Charlie diz que é melhor ele saber o que vai ser, antes que alguém saiba por ele.
Charlie decide que deverá lançar rapidamente o foguete e reúne sua equipe: seus filhos. Entra na sala de aula de Shepard (seu filho) e diz para a professora que ele precisa sair. A professora diz que ele está no meio de uma aula de história. Charlie responde que ela lê a história, ele vai mostrar ao filho como fazê-la.
O governo americano começa a monitorar Charlie e a imprensa a assediá-lo. A maioria das pessoas o acham um louco, porém não desiste, pois tem a certeza de que se não fizer aquilo que acredita, não terá passado nada para seus filhos.
O sogro de Charlie diz que o admira, pois ele nunca conseguiu reunir sua família em torno da mesa e Charlie conseguiu a façanha de reunir a família em torno de seu sonho.
Após alguns dias, seu sogro falece e conversando com um amigo sobre a vida, ele diz que somos nós que definimos nosso espaço.
Charlie percebe que é muito parecido com seu pai cujo sonho era a fazenda e por causa de dívidas se suicidou, pois não poderia viver sem seu sonho caso a fazenda fosse tomada dele. Charlie diz então que quando crianças queremos ser iguais aos nossos pais, quando adolescentes não queremos ser nada parecidos, mas quando envelhecemos nos tornamos iguais a eles.
Charlie decide lançar o foguete, mas não consegue, sofrendo um grave acidente e ao retornar à sua casa, toma a decisão de abortar seu sonho. Porém sua esposa não permite, pois percebe que os filhos admiram o pai sonhador e que a vida de todos não é e não será a mesma se não houver um sonho que os movimentem.
Assim, a equipe de Charlie volta ao trabalho rumo à realização de seu sonho.
Todo o filme faz com que nos questionemos sobre o que realmente queremos para nossa vida. Quantos pessoas que não sabem o que desejam, seguem pessoas que sabem, que dessa forma, serão as condutoras de suas vidas. Quantas pessoas que estão nessa mesma situação e não são mais garotos. Muitos empresários que conheço também não sabem o que desejam e nesse momento, abrem portas para que os clientes, os fornecedores, os funcionários e sua família conduzam sua vida e isso traz uma enorme angústia e frustração.
Também nos faz pensar em quanto estamos construindo nossa história ou será que somos meros espectadores que passarão pela história sem sermos conhecidos e valorizados? Ser um espectador é ver os fatos acontecerem e não ser parte disso. Ser um participante ativo é construir seu caminho e ajudar a construir o caminho das outras pessoas.
Devemos perceber que como empreendedores, somos pessoas que conduzem outras, e não podemos desistir de buscar nossos sonhos, pois como Charlie, temos uma família, funcionários, parceiros, clientes que vivem, muitas vezes, em torno do que acreditamos ser possível buscar para vivermos mais intensamente nossos dias.
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Hoje, abordaremos pessoas muito especiais a quem chamamos de Fornecedores.
E muito cuidado com esse aspecto do Plano de Negócios, pois você precisa deles, mas deve analisar qual seu grau de dependência, pois isto interfere em todo o seu modelo de negócios, custos, entrega e até a continuidade de sua empresa a longo prazo.
A primeira etapa a fazer é relacionar todos os produtos e/ ou serviços que a sua empresa precisa. Após isto, fazer uma lista de fornecedores para estes produtos e/ ou serviços e qualificá-los em termos de preço, prazo de entrega, condições especiais, localização, capacidade de entrega.
Evite ter apenas um fornecedor, pois muitas vezes, quem tem um, não tem nenhum e poderá acarretar problemas de abastecimento, principalmente, em alguns períodos de sazonalidade. Por isso, estrategicamente, mantenha uma lista de fornecedores ativos nos produtos que são essenciais para o funcionamento de sua empresa.
Conheci vários empresários que compram de fornecedores de lugares distantes, pois dizem que é muito mais barato, porém alguns esquecem de computar o custo do transporte e o tempo de entrega, o que muitas vezes acaba encarecendo o produto. Por isso, se preocupe com isso.
Ter fornecedores é fácil, mas ter “bons” fornecedores não é tão simples assim, por isso se lembre de cultivar os relacionamentos, pois pode ter certeza, isso pode salvá-lo de alguns problemas.
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Remy é um rato diferente dos outros, não gosta de roubar comida, não gosta de restos do lixo, adora cozinhar, juntar alimentos diferentes para obter sabores diferentes.
Seu ídolo é o chef Gusteau cujo lema é “qualquer um pode cozinhar” e ao assistir a um programa de TV, descobre que ele morreu. Por coincidência, depois de muitas aventuras e perdido de sua família acaba parando em seu restaurante.
Lá conhece Lingüini, um rapaz que trabalha na limpeza do restaurante e um incidente acaba os unindo, pois todos acreditam que Lingüini sabe cozinhar e na realidade é Remy quem o ajuda.
Depois de um tempo, Remy reencontra sua família que quer demovê-lo da idéia de continuar a cozinhar, pois seu pai acredita que um rato deve continuar a viver como todo rato e não pode querer algo diferente.
Remy não segue a orientação de seu pai de voltar para sua comunidade, dizendo que se você só olha para trás não conseguirá ver o que vem pela frente e ele vai alcançar seu sonho, de se tornar um chef.
A parceria de sucesso entre Remy e Lingüini continua apesar de vários problemas que enfrentam durante todo o filme.
Em todos os momentos difíceis para Remy, aparece a imagem de Gusteau que é sua consciência que o orienta e o questiona sobre seus comportamentos e atitudes.
Agora, vamos comparar alguns aspectos desse desenho com a vida empreendedora.
A figura do rato que aparece no filme representa as várias categorias ou classes que muitas vezes são discriminadas pelas outras pessoas ou até por elas próprias.
Conheço muitas pessoas que acreditam que não podem e não têm o direito de sonhar em ter sua própria empresa, pois não se acham à altura disso. Por exemplo, por ser pobre, por ser mulher, por ser mais velho, por ser muito jovem, por ser deficiente não podem ser nada. É como o pai de Remy que acredita que se é um rato, será um rato pela vida inteira, afinal nunca teve um lugar digno no mundo.
Quando Remy diz que se olhar apenas para trás não verá o que vem pela frente, ele quer dizer que quantos de nós ficamos presos no passado, no que não foi conseguido, nas frustrações e dessa forma, não consegue visualizar o futuro, sonhar.
E como já disse em vários posts, o sonho é o mobilizador que faz com que as pessoas busquem um sentido para sua vida, mesmo com inúmeros obstáculos.
Em vários treinamentos que ministro, principalmente, aqueles em que trabalho o autoconhecimento e feedback, percebo que todas as pessoas possuem um “grilo falante” como o Gusteau, porém poucos acreditam nele e sempre vêm em busca de alguém de “carne e osso” que confirme tudo o que sabem. Por isso, sempre digo que as respostas todos têm, só falta fazer para si mesmo as perguntas.
Quando Gusteau diz que “todos podem cozinhar”, podemos transpor para nossa realidade e afirmar que as pessoas podem fazer tudo o que desejarem desde que se predisponham a isso por meio de capacitação, treinamento, relacionamento ou qualquer outro meio para atingirem seus objetivos.
Por meio da parceria de Remy e Lingüini podemos analisar que muitas vezes sozinhos não poderemos atingir nossos objetivos, porém quando encontramos pessoas que nos complementam podemos ter melhores resultados.
Esse desenho nos faz pensar sobre paradigmas, preconceitos, obstáculos e acima de tudo, no poder que temos em realizar tudo o que desejamos.
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Este é um texto, como sempre bem-humorado, de Max Gehringer.
O sucesso consiste em não fazer inimigos.
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre.
A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.
Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.
Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta.
Favor é como um investimento de curto prazo.
Desfeita é como um empréstimo de longo prazo.
Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3: Um colega não é um amigo.
Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo.
Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.
Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.
Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo.
Mas não é. A ‘Lei da Perversidade Profissional’ diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.
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O título acima é da nova propaganda da IBM que tem me surpreendido com inteligência e perspicácia.
Essa frase pode parecer simples e óbvia, porém o que mais encontro nas minhas “andanças” no mundo empresarial são pessoas que agem de forma totalmente oposta.
Muitos “donos” de empresas acreditam que um bom produto por si só faz o sucesso de um negócio, eles têm a certeza de que se eles gostam, “todo o mundo”, é lógico, vai gostar.
E o que vemos, depois de algum tempo, são empresários frustrados e colocando a culpa no mau-gosto do cliente, na falta de percepção da qualidade de seu produto e quantos já vi dizendo que: “se não fosse o cliente, ele estaria muito bem”. Vocês não acreditam nisso? É a mais pura verdade!!
O que falta nesses empresários em questão, é um conhecimento maior do cliente que se quer atingir, conversar com ele, questioná-lo para vender a ele o que realmente deseja.
Uma vez, entrei em uma loja de roupas em um shopping em São Paulo e gostei bastante de uma peça que estava na vitrine, porém como era a única, a vendedora disse que não poderia tirar e começou a me mostrar o que “ela tinha” para me vender. Mesmo eu dizendo que não me interessava por nada, ela quase despencou a prateleira. Saí de mãos vazias, bastante irritada e com certeza, essa moça teve história para contar pelo resto da semana sobre a “cliente mala” que ela atendeu.
Seria tão simples vender para mim… era só vender o que “eu queria”.
Pense se você está atendendo seus clientes e obtendo bons resultados financeiros ou se está atendendo seu ego e deixando de lucrar o que gostaria!
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Este é um filme dinamarquês onde se observa uma montagem bastante amadora, com vários cortes e retomadas repentinas, com diálogos longos, muitas vezes recheados de filosofia barata, que o torna lento, bastante diferente das produções americanas. Por isso, não espere uma obra de arte, mas um filme que traz uma história interessante.
Ravn é dono de uma empresa de tecnologia e que deseja vendê-la, porém, aí surge o problema. Ninguém na empresa sabe que ele é o proprietário, ele finge ser um funcionário da empresa que tem o contato com “o chefe de todos”.
Porém, o comprador deseja tratar com o proprietário e ninguém mais. Então, Ravn contrata um ator para se passar pelo presidente da empresa que acaba trazendo muitas surpresas.
E porque Ravn durante esses 10 anos, nunca disse que era o dono?
Ravn é o retrato de muitas pessoas que existem neste mundo que têm um medo enorme de perder o amor das pessoas, gosta de se sentir querido e adorado e para que não perdesse o carinho de todos, preferia se esconder quando havia medidas impopulares a serem tomadas, dizendo que eram ordens do “chefe do todo mundo”.
Quando se é um verdadeiro líder, temos que ter a coragem de enfrentar as pessoas, por isso a transparência é primordial, acima de tudo. Afinal, nem tudo são flores, na busca pelos resultados empresariais, muitas vezes, temos que tomar atitudes que não conseguem agradar a todos.
Por incrível que pareça, já encontrei muitos Ravns pelo caminho. Pessoas que todos sabem que são delas as decisões, mas preferem colocar a culpa em outros, para aliviar suas consciências, se isso é possível!
Acredito que o verdadeiro líder deve ser admirado pelo o que realmente é e não precisa se esconder por trás de um personagem.
E você? Conhece muitos Ravns pela vida ou é um deles?
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