Fábrica de Empreendedores

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A importância da mudança

Junho 25, 2009 · Deixe um comentário

No mês passado, fiz uma palestra em Mogi das Cruzes sobre Liderança e recebi um feedback muito interessante de um empresário que a assistiu.

Na palestra, falo sobre a necessidade e a importância da mudança na vida das pessoas a fim de buscar resultados diferentes e melhores. Qualquer mudança gera uma certa insegurança e um grande desconforto não só para a pessoa que deseja realizá-la, mas automaticamente acaba gerando uma mudança nas pessoas que a cercam.

Dou alguns exemplos simples para experimentar a mudança, por exemplo, mudar o lado da cama que normalmente você ocupa, o lugar na mesa onde você sempre come. Pois com essas pequenas mudanças, você poderá ver seu quarto ou sua cozinha de uma forma diferente e talvez observar coisas que nunca havia notado. Além de mudar o caminho que você faz de casa para o trabalho e vice-versa, provavelmente, verá prédios novos em construção, negócios novos abrindo e assim, enxergar novas oportunidades.

Esse empresário, ao sair da palestra resolveu experimentar fazer uma mudança, mudar com sua esposa o lado da cama, explicou para ela o motivo e ela concordou em fazer a experimentação.

No dia seguinte, no jantar, disse para seus filhos e esposa para todos mudarem de lugar na mesa e também explicou o motivo e assim fizeram. Ao contrário do que acontecia todas as noites quando comiam rapidamente para cada um seguir para seu canto, assistir ao Jornal Nacional ou ir para o computador, todos ficaram por muito tempo ao redor da mesa conversando sobre mudança.

Esse empresário ficou muito feliz e percebeu que algo tão simples e aparentemente “bobo” serviu para uma grande mudança em sua família, conseguindo reuni-la para trocar idéias, conversar, conhecer um pouco mais sobre o outro; fato que nunca havia ocorrido.

Fiquei muito feliz com esse resultado e isto serve para cada vez mais eu acreditar que mudanças são sempre benvindas, mesmo que eu não as entenda prontamente, mas com certeza servirão para meu aprendizado e crescimento.

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Por que você quer abrir um negócio?

Maio 15, 2009 · 1 Comentário

Qual das alternativas abaixo o motiva a abrir um negócio?

Alternativa a – sempre foi o sonho da minha vida. Cuidado para não virar um pesadelo.Por isso, busque informações, analise o risco e a viabilidade do negócio. Um bom plano de negócio pode ajudá-lo.

Alternativa b – estou desempregado e preciso sobreviver. Sempre digo que não somos empreendedores para “sobreviver” do negócio, pois dessa forma, apenas pagaremos as contas e viveremos na mediocridade. Um negócio é feito para que possamos prosperar pessoal e empresarialmente. Também de nada adianta se tornar empresário com cabeça de empregado, as situações e ações são bem diferentes. E ainda, se você não consegue lidar com riscos e incertezas, talvez é melhor repensar sobre a opção.

Alternativa c – as pessoas me falam que você fica rico. Sabe que muitos também me falaram isso antes de eu me tornar dona do meu próprio negócio? Mas, o que é ficar rico para você? Lembre-se que em um negócio não existem apenas receitas, mas também saídas. Existem empreendedores ricos? É claro que sim, mas há também muita gente vendendo o almoço para pagar o jantar, principalmente aqueles que não tem uma visão clara de futuro e planejamento.

Alternativa d – acredito ser uma grande oportunidade e desafio. Todo negócio sempre é um grande desafio, mas cuidado em saber diferenciar o que é uma oportunidade e uma idéia. Uma idéia, às vezes, parece ser interessante, mas não há pessoas dispostas a pagar por ela. Uma oportunidade atende a uma necessidade e por isso, há consumidores para ela.

Alternativa e – quero me livrar do meu chefe. Você nunca vai se livrar de ter um chefe, pois como empreendedor você terá ainda mais chefes: seus clientes. E cada um será de um tipo, tem gostos e jeitos totalmente diferentes. Esteja preparado para lidar com a diversidade.

Alternativa f – o dono da empresa onde trabalho ganha dinheiro às minhas custas, agora é minha vez. Essa alternativa é muito comum, porém as pessoas apenas veem o dinheiro entrando no caixa, mas nem imaginam quanto custa toda a estrutura. Antes de fazer qualquer coisa, analise todos os detalhes.

Independentemente, da alternativa escolhida, analise sempre tudo com cuidado. Quanto você quer ganhar por mês? Qual tipo de negócio atenderá sua expectativa? Quantas horas está disposto a trabalhar? Tem capital de giro para se manter por determinado período enquanto o negócio não gira efetivamente? O que você quer para seu futuro?

Enfim, para entrar no mundo dos negócios (que eu adoro!!) é preciso além de conhecer o mercado, se conhecer muito bem para saber se este é o seu lugar.

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O retorno dos dekasseguis

Abril 14, 2009 · Deixe um comentário

Amanhã (15/4), no Escritório Regional do Sebrae-SP Alto Tietê, farei uma palestra de apresentação do Programa para Empreendedores (Empretec) para dekasseguis (pessoas que foram para o Japão em busca de melhores oportunidades de trabalho).

Este treinamento faz parte do Programa Dekassegui Empreendedor do Sebrae que visa capacitar empreendedores para gerirem melhor suas empresas.

Neste momento, este trabalho é de suma importância, pois muitos dekasseguis retornaram para o Brasil sem nenhuma perspectiva, sem nenhum dinheiro e o pior, sem nenhuma autoestima.

Como descendente de japoneses, sei o quanto é alta a cobrança para sermos os melhores, nunca fracassarmos; pois, isto é visto, muitas vezes, pela comunidade nipônica como uma vergonha.

Mas, eu, particularmente, acredito que essas pessoas que retornaram devem vir de cabeça erguida, afinal, os considero corajosos, pois exige muita coragem sair de um país abençoado como o Brasil, deixar sua família e amigos e partir para um país totalmente diferente, com um idioma pouco dominado, enfrentando a solidão e muito trabalho.

Trabalhando com os dekasseguis pude observar algumas características que podem ser seus grandes aliados: comprometimento com o trabalho, persistência e disciplina. E também, podemos dividi-los em três categorias:

1. O dekassegui agressivo – aquele que não quer gerir fisicamente uma empresa, mas prefere apenas investir seu dinheiro em negócios e viver de seu retorno financeiro.

2. O dekassegui moderado – aquele que tem as características para gerir um negócio, vendo novas oportunidades, planejando e analisando os riscos para a sustentabilidade da empresa.

3. O dekassegui conservador – prefere não se arriscar no mundo dos negócios, optando em ser funcionário.

Nenhum dos três é considerado o melhor, o que importa é fazer algo que realmente se encaixe em suas características pessoais para que se tenha um melhor resultado.

E lembre-se sempre: não tenha pressa em tomar uma decisão de qual caminho seguir, busque informações, faça uma análise da situação para buscar uma melhor solução.

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Coloque paixão na sua empresa!

Abril 7, 2009 · 5 Comentários

O texto a seguir foi escrito por uma profissional que conheço há anos e é apaixonada verdadeiramente pelo que faz, então resolvi compartilhar com vocês:

 

Ter paixão por algo é ter um gosto e uma conexão muito forte com o objeto apaixonado. Paixão é convicção, é uma energia altamente concentrada. Sem paixão não existe força suficiente para grandes movimentos nem na vida pessoal nem na vida profissional.

 

Quando trabalhamos com paixão, trabalhamos com dedicação, com mais qualidade, com mais amor. E isso torna o resultado desse trabalho grandioso. A paixão nos faz ir além do que geralmente vamos ou do que pensamos que podemos ir.

 

Imagine, então, uma empresa em que a totalidade dos seus funcionários trabalha com paixão e dedicação. Imagine os resultados que ela alcançará!

 

Recentemente, li um livro de Ulrich, Zenger e Smallwood, “Liderança Orientada para o Resultado” em que os autores salientam que “o capital humano é um dos poucos ativos capazes de aumentar de valor. A maioria dos ativos (prédios, fábricas, equipamentos ou máquinas, por exemplo), começa a depreciar no momento da aquisição. Ao contrário, o valor do capital humano, recurso impregnado nas mentes e corações das pessoas, pode e deve crescer, como condição essencial para a prosperidade da empresa”.

 

Se concordarem que sem paixão, as empresas normalmente terão resultados medíocres, a grande questão fica sendo como podemos criar uma empresa ”apaixonada”? Como fazer nossos colaboradores se apaixonarem pela causa do nosso negócio?

 

Jack Welch costuma dizer que profissionais motivados e bem recompensados fazem a diferença dentro de uma corporação de sucesso e que a seleção de grandes profissionais para a sua companhia vem antes, em importância, do que o planejamento estratégico. O segredo, segundo ele, é saber recompensar tanto a alma quanto o coração do funcionário.

 

As pessoas precisam vislumbrar um projeto de vida dentro da empresa. Só assim, poderemos trazer todos para a busca de um objetivo comum, para a defesa da causa da organização.

 

Simples, mas nada fácil. Mirar na causa certa é a primeira questão. O que o leva ao sucesso não é fazer certas as coisas e sim fazer as coisas certas. Sutil, não? Comece descobrindo quais são as COISAS CERTAS para sua empresa e sua equipe.

 

Em seguida, olhe-se no espelho: você está apaixonado pela causa do seu negócio? Se esse sentimento não for intenso dentro do seu coração será difícil despertar a paixão no seu time. Ao sentir o seu coração vibrando, coloque sua paixão pra fora. Transfira-a. Comemore pequenos feitos, corrija os desvios necessários. O andamento dos pequenos sucessos e a forma como trabalhamos os pequenos fracassos, antecipam o resultado da grande vitória.

 

Volte-se então para sua equipe… Como são as pessoas que você escolheu? São fundamentalmente baseadas em conhecimentos e habilidade? Cuidado! Conhecimentos as pessoas aprendem… Como são as suas atitudes? Atitude perante a vida e perante o negócio é vital. Não resignar-se, ter o talento de agir, reagir e, principalmente a capacidade de ser uma pessoa apaixonada, isso já nasce na seleção da sua equipe. E é o principal capital a ser avaliado.

 

Colaboradores mais apaixonados são mais lucrativos, mais focados nos clientes, mais seguros e mais resistentes às propostas de sair da empresa. O que mais as empresas podem querer?

 

 

Ana Maria Magni Coelho

Gerente Regional do ER Alto Tietê do SEBRAE-SP.

Pedagoga, com especialização em Gestão de Projetos e Gestão do Conhecimento.

anamariac@sebraesp.com.br

 

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Será que você sabe o que quer e o que não quer?

Setembro 30, 2008 · 1 Comentário

Recebi o comentário abaixo do Jackson sobre o filme “As Férias da minha Vida” e achei interessante seus questionamentos, veja:

 

Muito boa a idéia do livro das possibilidades, pois pode ser um instrumento útil para dimensionar com objetividade o que realmente se quer e se pode esperar da vida. Sem propósitos na vida não se justificam os lamentos. A primeira mudança da personagem foi a consciência de que a vida é preciosa demais para ser desperdiçada. Assim, ela resolveu abandonar seus medos e receios, entre eles o de se entregar aos desafios para conquistar o que ela realmente queria. Só abriu mão, porém, do principal: realizar seus sonhos ao lado de quem amava, porque ela não desejava trazer sofrimento a eles. Apesar de todas as ferrenhas críticas contra os exageros, repetições e idéias do filme, tomo minha mãe como termômetro: se ela compreender a mensagem, se ela se emocionar, então, realmente o filme é inteligível e consegue trabalhar eficazmente as emoções. Foi o que aconteceu.

Eu acrescentei algumas perguntas pra mim mesmo:

O que não quero pra mim?

O que posso fazer para evitar as coisas que não desejo viver ou experimentar?

Como estou colocando as pessoas que amo nos meus propósitos? É necessário colocá-las?

 

Muitas pessoas fazem esses mesmos questionamentos, porém, garanto que muitas passam a vida toda sem uma resposta, pois principalmente têm medo de expor o que desejam e falharem e vergonha de dizerem o que não querem e as outras pessoas falarem mal delas, pois podem ir contra a muitos valores, crenças e paradigmas.

Que tal assumir seus verdadeiros desejos e medos para ser mais feliz do que é hoje?

 

 

 

 

 

 

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Texto: “O Direito de Brincar”

Agosto 8, 2008 · Deixe um comentário

Este texto de Gilberto Dimenstein nos faz refletir do quanto gostamos do que fazemos e de aprender novas coisas. E a vida do empreendedor deve ser feita de aprendizados e novos desafios.

… EDUCAR é ensinar o encanto da possibilidade, e APRENDER é sentir a emoção da descoberta. Gostar de aprender sempre é o melhor (e o mais útil) que uma escola pode ensinar a seus estudantes. O resto é detalhe.

Somente progride, de verdade, em sua profissão quem gosta de aprender; basta ver o histórico das pessoas que atingiram sucesso profissional.

Ansiosos, os pais querem que seus filhos aprendam rapidamente a ler e a escrever, quando deveriam apenas saborear a “contação” de histórias.

… Brincar é, em essência, experimentar a emoção da descoberta. É surpreender-se investigando, no cume da árvore, as frutas e as flores. É admirar as conchas na praia, olhar os peixes no rio, sentir o gosto da chuva no rosto, sujar-se na lama, entrar em cavernas. Ou simplesmente ficar sem fazer nada vendo as coisas, quaisquer coisas, passarem, entretido com o canto de um passarinho. É cutucar a terra, … ficar sentado, intrigado com as cores do arco-íris.
Na brincadeira, unem-se o prazer e o aprendizado. Todos os grandes profissionais que conheci trabalham como se estivessem brincando. Até podem gostar de ganhar muito dinheiro, mas, provavelmente, fariam o que fazem (e com o mesmo empenho) por pouco dinheiro.

…quanto mais longe vai o indivíduo, mais prazer ele tem naquilo que faz. Por isso ele suporta tanto estresse e frustração – o preço que é cobrado pelo alto desempenho.

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Como escrever um plano de negócios (Parte 9)

Julho 10, 2008 · Deixe um comentário

Como estão os seus processos de trabalho? Quanto tempo você demora para atender seu cliente?  Quais equipamentos não podem faltar em sua empresa? O layout está adequado?

Cada vez mais, verifico que um dos grandes problemas nas empresas está em seus processos que são falhos, o que causa uma grande ineficiência e perda de lucratividade.

Em seu plano de negócios você deve descrever os principais processos de sua empresa, por exemplo, a fabricação (não quer dizer contar seu segredo industrial) como é realizada, a comercialização (os meios utilizados) e/ ou a prestação de serviço.

Além disso, deve constar os equipamentos que você utiliza e como é o layout para que possa ser analisada a produtividade e eficiência do processo.

Em qualquer tipo de negócio, você conseguirá fazer toda essa descrição e provavelmente você se deparará com alguns gargalhos que ameaçam sua empresa.

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O pecado de vender a alma

Julho 8, 2008 · Deixe um comentário

Este é o título de um artigo que foi publicado na Revista Exame em 7 de maio de 2008 sobre a Starbucks.

Apesar de ser uma grande empresa, podemos trazer os problemas ocorridos com ela para o dia-a-dia das pequenas empresas também.

A Starbucks é a maior rede de cafeterias do mundo que cresceu com um conceito de uma loja de bairro charmosa e confortável, um santuário para aqueles que apreciam um bom café.

Porém, no processo de crescimento com a ânsia de ter mais lojas, mais clientes e conseqüentemente mais lucratividade, a Starbuck trocou valores essenciais e acabou por perder a identidade da marca quando resolveu incrementar o cardápio com refeições cheias de ovos e bacon, sobrepondo seu odor sobre o cheiro maravilhoso e inebriante do café (acho que vocês já perceberam que eu sou fã deste produto).

Assim, vários adoradores de café deixaram de freqüentar a Starbucks, pois todo o conceito que eles valorizavam se perdeu e pior, as ações da empresa começaram a cair. Enfim, a estratégia foi totalmente errada.

Por isso, sempre oriento meus clientes a cuidarem do momento de crescimento da empresa, pois muitos acreditam que colocando novos produtos a chance será maior, abrindo novas frentes de trabalho, ganharão mais. E às vezes, isso não acontece, pois os empreendedores perdem de vista seu foco de atuação e seu diferencial competitivo que os fizeram chegar onde chegaram. Vender mais nem sempre é sinônimo de maior lucratividade, pois muitas vezes, isto implica em você comprar mais, ter uma estrutura física maior, ter mais funcionários, enfim, muito mais custo.

Ao buscar o desenvolvimento da empresa, pense com a cabeça e utilize ferramentas simples como papel e caneta para traçar muito bem as estratégias e assim você visualizará coisas que nem imaginava. O coração, nesse momento, sempre vai bater mais forte e você terá vontade de “sair fazendo”, pois nunca acreditamos que dará errado, afinal “até agora” tudo tem dado certo, mas faça com que ele desacelere com muito planejamento.

Tenha certeza, muitas empresas quebram nesse processo desacelerado e desajustado de crescimento e não faça parte deste grupo.

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Texto: “Relacionamentos no mundo corporativo”

Junho 25, 2008 · Deixe um comentário

Este é um texto, como sempre bem-humorado, de Max Gehringer.

O sucesso consiste em não fazer inimigos.


Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre.
A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.
Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.

Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta.
Favor é como um investimento de curto prazo.
Desfeita é como um empréstimo de longo prazo.
Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3: Um colega não é um amigo.
Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo.
Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.
Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.
Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.

Estatisticamente, isso parece ótimo.
Mas não é. A ‘Lei da Perversidade Profissional’ diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.

 

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Pare de vender o que você tem. Comece a vender o que eles querem.

Junho 24, 2008 · Deixe um comentário

                                                     IBM

O título acima é da nova propaganda da IBM que tem me surpreendido com inteligência e perspicácia.

Essa frase pode parecer simples e óbvia, porém o que mais encontro nas minhas “andanças” no mundo empresarial são pessoas que agem de forma totalmente oposta.

Muitos “donos” de empresas acreditam que um bom produto por si só faz o sucesso de um negócio, eles têm a certeza de que se eles gostam, “todo o mundo”, é lógico, vai gostar.

E o que vemos, depois de algum tempo, são empresários frustrados e colocando a culpa no mau-gosto do cliente, na falta de percepção da qualidade de seu produto e quantos já vi dizendo que: “se não fosse o cliente, ele estaria muito bem”. Vocês não acreditam nisso? É a mais pura verdade!!

O que falta nesses empresários em questão, é um conhecimento maior do cliente que se quer atingir, conversar com ele, questioná-lo para vender a ele o que realmente deseja.

Uma vez, entrei em uma loja de roupas em um shopping em São Paulo e gostei bastante de uma peça que estava na vitrine, porém como era a única, a vendedora disse que não poderia tirar e começou a me mostrar o que “ela tinha” para me vender. Mesmo eu dizendo que não me interessava por nada, ela quase despencou a prateleira. Saí de mãos vazias, bastante irritada e com certeza, essa moça teve história para contar pelo resto da semana sobre a “cliente mala” que ela atendeu.

Seria tão simples vender para mim… era só vender o que “eu queria”.

Pense se você está atendendo seus clientes e obtendo bons resultados financeiros ou se está atendendo seu ego e deixando de lucrar o que gostaria!

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