Fábrica de Empreendedores

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Texto: “A Vida”

Abril 30, 2008 · Deixe um comentário

Encontrei nos meus arquivos este texto fabuloso de Henfil e gostaria de compartilhar com vocês, pois a vida empreendedora é cheia de obstáculos, mas são eles que fazem nossa vida ter mais sentido.

Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.

Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.

Aí sim, a vida de verdade começaria.

Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.

Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.

A felicidade é o caminho!

Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.

Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;

Até que você volte para a faculdade

Até que você perca 5 quilos

Até que você ganhe 5 quilos

Até que você tenha tido filhos

Até que seus filhos tenham saído de casa;

Até que você se case;

Até que você se divorcie;

Até sexta à noite;

Até segunda de manhã;

Até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;

Até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;

Até o próximo verão, outono, inverno;

Até que você se aposente

Até que a sua música toque;

Até que você termine seu drink

Até que você esteja sóbrio de novo;

Até que você morra;

E decida que não há hora melhor para ser feliz do que… AGORA MESMO…!

Lembre-se:

“Felicidade é uma viagem, não um destino”.

 

 

 

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Parábola: “O Anel”

Abril 23, 2008 · Deixe um comentário

Quem faz a opção de empreender, sabe que existem dias terríveis, de inúmeros problemas e obstáculos, mas isso não faz com que o empreendedor desista, pois sabe que precisará enfrentar a tudo para alcançar o sucesso.

E quando alcança o sucesso, não pode relaxar, deve continuar a luta diária para não ser ultrapassado por seus concorrentes, por isso deve estar sempre alerta.

Enfim, o mundo não é estático, tudo passa e é disso que trata a parábola abaixo:

“Houve certa vez um rei sábio e bom que já se encontrava no fim da vida.

Um dia, pressentindo a iminência da morte, chamou seu único filho, que o sucederia no trono, e do dedo tirou um anel.

- Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando viveres situações extremas de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele.

O rei morreu e o filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que o pai lhe deixara.

Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho que desencadearam uma terrível guerra.

À frente do seu exército, o jovem rei partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, vendo os companheiros lutarem e morrerem bravamente, num cenário de intensa dor e tristeza, mortos e feridos agonizantes, o rei lembrou-se do anel. Tirou-o e nele leu a inscrição:

ISTO TAMBÉM PASSARÁ

E ele continuou sua luta. Venceu batalhas, perdeu outras tantas, e no fim saiu vitorioso.

Retornou então ao seu reino e, coberto de glórias, entrou em triunfo na cidade. O povo o aclamava.

Nesse momento de êxito, ele se lembrou de novo de seu velho e sábio pai. Tirou o anel e leu:

ISTO TAMBÉM PASSARÁ”

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Pessoas que nos desafiam e nos mantêm vivas…

Abril 9, 2008 · Deixe um comentário

Leia esta parábola para fazermos uma análise de como são importantes as pessoas que mantêm nossos neurônios funcionando e nossa energia em alta:

“Havia um sábio reverenciado pelo povo como homem de Deus. Nem um dia se passava sem que uma multidão se postasse à sua porta buscando os conselhos, a cura ou a bênção do santo homem. Cada vez que o sábio falava, as pessoas ouviam atentamente tudo o que ele dizia, bebendo suas palavras.

Entretanto, havia na platéia um sujeito desagradável, que não perdia a oportunidade de contradizer o mestre. Notava as fraquezas do sábio e caçoava de seus defeitos, para a consternação dos discípulos, que começaram a considerá-lo o diabo em vida.

Bem, um dia o “diabo” ficou doente e morreu. Todos suspiraram de alívio. Exteriormente, mantiveram a apropriada aparência solene, mas no coração estavam alegres, pois as palestras inspiradas do mestre não mais seriam interrompidas, nem seu comportamento criticado por aquele herege desrespeitoso.

Por isso as pessoas ficaram surpresas ao ver o mestre mergulhado em genuína tristeza no funeral de seu maior crítico.

Quando, mais tarde, um discípulo perguntou-lhe se lamentava o destino eterno do morto, ele disse:

- Não, não. Por que deveria lamentar nosso amigo que agora está no céu? Era por mim mesmo que eu lamentava. O homem, afinal, era o único amigo que eu tinha. Agora estou cercado de pessoas que me reverenciam. Ele era o único que me desafiava. Com sua partida, temo parar de crescer.”

Muitas vezes, as pessoas reclamam de seus concorrentes, de clientes exigentes, de sócios críticos, porém são essas pessoas que avivam nossas vidas, que nos fazem pensar, movimentar, fazer coisas diferentes, enfim, crescermos e assim, podemos ter a possibilidade de a cada dia nos tornarmos melhores.

 

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Vencedor X Perdedor

Abril 2, 2008 · Deixe um comentário

Encontrei este texto que poderia chamar Empreendedor X Fracassado, pois demonstra exatamente como o empreendedor vive seus dias e enfrenta seus problemas, leia e reflita: 

Quando um vencedor comete um erro, diz: “Me desculpe sim, eu me equivoquei”.
Quando um perdedor comete um erro, diz: “Não foi minha culpa”.

Um vencedor trabalha mais duro que o perdedor e  tem mais tempo.
Um perdedor está sempre “muito ocupado” para fazer o que é necessário.

Um vencedor enfrenta e supera o problema.
Um perdedor da voltas e nunca consegue resolvê-lo.

Um vencedor se compromete.
Um perdedor faz promessas.

Um vencedor diz: “Eu sou bom, porém não tão bom como eu gostaria de ser”.
Um perdedor diz: “Eu não sou tão ruim como tantos outros”.

Um vencedor escuta, compreende e responde.
Um perdedor somente espera uma oportunidade para falar.

Um vencedor respeita aqueles que são superiores a ele e trata de aprender algo com eles.
Um perdedor resiste àqueles que são superiores a ele e trata de encontrar seus defeitos.

Um vencedor se sente responsável por algo mais do que somente o seu trabalho.
Um perdedor não colabora e sempre diz: “Eu estou fazendo a minha parte”.

Um vencedor diz: “Deve haver melhor forma de fazê-lo…”.
Um perdedor diz: “Esta é a maneira que sempre fizemos.”

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Tudo na vida tem seu preço…

Março 26, 2008 · Deixe um comentário

Encontrei essa parábola e acredito estar muito ligada à nossa vida empreendedora.

“Era uma vez um rei, que vivia bastante inquieto e constantemente se questionando onde residia o verdadeiro sentido da vida. Convocou os sábios e súditos do seu reino e deu-lhes a seguinte missão:

- Pesquisem, estudem, leiam, escrevam, sintetizem, no tempo que lhes for necessário, e tragam pra mim qual o verdadeiro sentido da vida de um ser humano.

Sentindo o peso da responsabilidade que o rei lhes havia incumbido, isolaram-se, durante vários anos e, finalmente, retornaram, levando-lhe vários livros. O rei sequer pegou nos livros e disse:

- Certamente, o sentido da vida não pode ser assim, tão complexo. Voltem e tragam algo mais simples, mais objetivo.

Desolados, eles saíram da presença do rei e, poucos meses depois, retornaram. Desta feita, trazendo apenas um livro. Mais uma vez, o rei disse que queria algo mais objetivo, direto.

Decepcionados, mais uma vez foram tentar cumprir a missão que o rei lhes havia designado. Uma semana depois, retornaram, todos felizes e entusiasmados, trazendo apenas um pedaço de papel, que estava escrito o seguinte:

NÃO EXISTEM ALMOÇOS GRÁTIS!

O rei disse:

- Finalmente, vocês acertaram! Nada na nossa vida é de graça; tudo tem um preço, um investimento, uma parcela de dedicação e sacrifício. O sentido da vida de um homem, portanto, reside nele buscar e conquistar as suas realizações, os seus objetivos e, com isso, ser motivado, produtivo e feliz.”

Quando decidimos empreender, encontramos muitos obstáculos que precisamos superar porque nossa motivação para a realização é muito maior.

Hoje, conversando com um amigo, ele me disse que muitas pessoas dizem: “Nossa, você tem tão pouco tempo com essa empresa, mas está tão bem!”. Porém, o que as pessoas esquecem que há 10 anos ele vem construindo tudo o que está colhendo hoje e isso exigiu e exige muita dedicação e persistência, pois nada vem fácil, mas traz uma grande satisfação quando se alcança seus sonhos.

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Seja o guardião de sua empresa e de sua vida

Março 19, 2008 · Deixe um comentário

GuardiãoNo mundo dos negócios problemas não faltam, porém o empreendedor não fica preso a eles, vai em busca de soluções. Não fica preso na passado, vai em busca do futuro, por isso, hoje postei a parábola abaixo:

Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou então todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O Mestre, com muita tranqüilidade, falou:

- “Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar.”

Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:

- “Aqui está o problema!” Todos ficaram olhando a cena. O vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?

Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e … ZAPT … destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou ao seu lugar, o Mestre disse:

- “Você será o novo Guardião do Castelo.”

Moral da História: Não importa qual o problema. Nem que seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou, tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem que ser suprimido.

Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida. Existe um provérbio oriental que diz: “Para você beber vinho numa taça cheia de chá é necessário primeiro jogar o chá fora, para então, beber o vinho.”

Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários, até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em seu coração. O passado serve como lição, como experiência, como referência. Serve para ser relembrado e não revivido. Use as experiências do passado no presente, para construir o seu futuro. Necessariamente nessa ordem!

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Não espere que alguém jogue sua vaca no precipício… atire-a antes!

Março 12, 2008 · Deixe um comentário

VacaEsta parábola é uma das minhas preferidas, pois faz com que pensemos sobre mudança, segurança, risco, potencial… tudo o que faz parte do mundo empreendedor. Já fiquei esperando que as pessoas atirassem minhas vacas no precipício e a frustração do início deu lugar a novas oportunidades. Hoje, não espero que venha alguém para fazer isso por mim, mesmo com um certo medo, já atirei muitas vaquinhas e garanto que foram as melhores coisas que fiz e até penso: “Porque não atirei antes?”

Leia a parábola e assim, você entenderá melhor o que quero dizer.

“Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre a importância dos encontros inesperados. De acordo com o mestre, tudo que está diante de nós nos oferece uma chance de aprender ou ensinar. Quando cruzavam a porteira de um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável, o discípulo comentou: - O senhor tem razão. Veja este lugar… Acabo de aprender que muita gente está no paraíso, mas não se dá conta disso e continua a viver em condições miseráveis.

- Eu disse aprender e ensinar – retrucou o mestre. Constatar o que acontece não basta; é preciso verificar as causas, pois só entendemos o mundo quando entendemos as causas.

Bateram à porta da casa e foram recebidos pelos moradores: um casal, três filhos, todos com as roupas sujas e rasgadas.

- O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas – observou o mestre ao pai de família. Como sobrevivem aqui?

E o homem, calmamente, respondeu.

- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Parte desse produto nós vendemos ou trocamos, na cidade vizinha, por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte, produzimos queijo, coalhada e manteiga para o nosso consumo. E assim vamos sobrevivendo.

O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por um momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo:

- Pegue a vaquinha daquele homem, leve-a ao precipício e jogue-a lá embaixo.

- Mas ela é a única forma de sustento da família! – espantou-se o discípulo.

O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe pedira o mestre, e a vaca morreu na queda. A cena ficou gravada em sua memória.

Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo à família, pedir perdão e ajudá-los financeiramente.

Ao chegar lá, para sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e foi recebido por um caseiro muito simpático.

- Para onde foi a família que vivia aqui há dez anos?

- Continuam donos do sítio.

Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo, mas o rapaz nem respondeu, pois se achava por demais ansioso para saber como o homem conseguira melhorar tanto o sítio e ficar tão bem de vida.

- Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu no precipício e morreu – disse o senhor. Então, para sustentar minha família, tive que plantar ervas e legumes. Como as plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive que replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa dos meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas.

Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu!”

Atirar a vaca pode ser mudar de ramo de negócio, buscar novas oportunidades, mudar de emprego, fechar um negócio, sair da sociedade que há muito você deseja, enfim, mude… faça algo diferente para descobrir suas reais potencialidades.

Mesmo que sua vaca seja bonitinha… talvez esteja na hora de atirá-la!

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