Fábrica de Empreendedores

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A realização de mais um sonho

Dezembro 13, 2008 · 1 Comentário

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Em 1997, eu e o Samuel, meu sócio, decidimos pedir demissão das empresas onde trabalhávamos para nos tornar empresários.

Não tínhamos a menor noção do que era administrar uma empresa, apesar de informações e cursos, percebemos que a melhor escola era a prática diária do empreendedorismo com erros, acertos e muito aprendizado.

Ao buscar cada vez mais informações de como se tornar um empreendedor de sucesso percebemos que havia muitas, porém algumas genéricas demais, outras imprecisas e umas dedicadas a apenas grandes empresas que não pertenciam a nossa realidade, nos causando uma grande frustração e insatisfação.

O que nos restava era o network, amigos que já tinham passado por situações semelhantes, nos davam essas informações e nos mostravam muitas vezes com quem falar e qual caminho a ser tomado.

E muitas vezes nós mesmos passávamos estas informações aos nossos amigos e clientes, criando uma corrente de informações muito valiosa.

Porém, essas informações e esses aprendizados ficavam restritos e nem todos podiam usufruir dessa network.

Foi assim que surgiu a idéia de criar a Fábrica de Empreendedores, que transforma essas informações e esses aprendizados em treinamentos vivenciais para o desenvolvimento do empreendedor e de sua empresa.

Mas, ainda não contentes com isso, resolvemos disseminar as informações e desenvolver uma rede de relacionamentos mais poderosa por meio de um novo produto que há muito tempo idealizávamos: a Revista e o website Arena Empresarial.

O Arena Empresarial surge como um meio de discussão, de troca de informações entre empreendedores e pessoas que desejam abrir sua própria empresa.

Acesse o site www.arenaempresarial.com.br e a revista lançada em 10/12/2008 já está disponível para download.

Nessa mesma data, realizamos a palestra “Como utilizar o e-mail marketing para gerar novos negócios” com Fernando Massaro Duque, proprietário da e-first Desenvolvimento Digital.

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Filme: “Sonhando Alto”

Julho 7, 2008 · 2 Comentários

É um filme que fala da importância do sonho e como isso pode ser um mobilizador para as outras pessoas que compartilham dele.

Charlie é um ex-astronauta que sempre teve o sonho de ir para o espaço, porém antes de alcançá-lo teve que sair da Nasa para cuidar da fazenda de seu pai que se suicidará.

Mas, apesar das dívidas hipotecárias da fazenda subirem, Charlie continua construindo um foguete no celeiro e tem a certeza de que dessa forma poderá ir ao espaço.

Seu sonho faz com que sua esposa, suas 2 filhas, seu filho e seu sogro cada vez mais se unam, buscando cada um da sua forma, atingir o resultado esperado.

Um dia, Charlie é informado de que seus bens serão executados. Nervoso, atira um tijolo no banco e a polícia o encaminha para a enfermeira da cidade que deve fazer uma avaliação psicológica. Na sala de espera, ao seu lado, tem um garoto e Charlie pergunta a ele o que ele vai ser e ele responde que não sabe.

Nesse momento, Charlie diz que é melhor ele saber o que vai ser, antes que alguém saiba por ele.

Charlie decide que deverá lançar rapidamente o foguete e reúne sua equipe: seus filhos. Entra na sala de aula de Shepard (seu filho) e diz para a professora que ele precisa sair. A professora diz que ele está no meio de uma aula de história. Charlie responde que ela lê a história, ele vai mostrar ao filho como fazê-la.

O governo americano começa a monitorar Charlie e a imprensa a assediá-lo. A maioria das pessoas o acham um louco, porém não desiste, pois tem a certeza de que se não fizer aquilo que acredita, não terá passado nada para seus filhos.

O sogro de Charlie diz que o admira, pois ele nunca conseguiu reunir sua família em torno da mesa e Charlie conseguiu a façanha de reunir a família em torno de seu sonho.

Após alguns dias, seu sogro falece e conversando com um amigo sobre a vida, ele diz que somos nós que definimos nosso espaço.

Charlie percebe que é muito parecido com seu pai cujo sonho era a fazenda e por causa de dívidas se suicidou, pois não poderia viver sem seu sonho caso a fazenda fosse tomada dele. Charlie diz então que quando crianças queremos ser iguais aos nossos pais, quando adolescentes não queremos ser nada parecidos, mas quando envelhecemos nos tornamos iguais a eles.

Charlie decide lançar o foguete, mas não consegue, sofrendo um grave acidente e ao retornar à sua casa, toma a decisão de abortar seu sonho. Porém sua esposa não permite, pois percebe que os filhos admiram o pai sonhador e que a vida de todos não é e não será a mesma se não houver um sonho que os movimentem.

Assim, a equipe de Charlie volta ao trabalho rumo à realização de seu sonho.

Todo o filme faz com que nos questionemos sobre o que realmente queremos para nossa vida. Quantos pessoas que não sabem o que desejam, seguem pessoas que sabem, que dessa forma, serão as condutoras de suas vidas. Quantas pessoas que estão nessa mesma situação e não são mais garotos. Muitos empresários que conheço também não sabem o que desejam e nesse momento, abrem portas para que os clientes, os fornecedores, os funcionários e sua família conduzam sua vida e isso traz uma enorme angústia e frustração.

Também nos faz pensar em quanto estamos construindo nossa história ou será que somos meros espectadores que passarão pela história sem sermos conhecidos e valorizados? Ser um espectador é ver os fatos acontecerem e não ser parte disso. Ser um participante ativo é construir seu caminho e ajudar a construir o caminho das outras pessoas.

Devemos perceber que como empreendedores, somos pessoas que conduzem outras, e não podemos desistir de buscar nossos sonhos, pois como Charlie, temos uma família, funcionários, parceiros, clientes que vivem, muitas vezes, em torno do que acreditamos ser possível buscar para vivermos mais intensamente nossos dias.

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Texto de Raúl Candeloro: “O poder da disciplina”

Maio 28, 2008 · Deixe um comentário

Encontrei este texto no meu arquivo e achei interessante compartilhar com vocês, afinal quando optamos por uma vida empreendedora, a disciplina é fundamental.

Tem um pensador e palestrante norte-americano chamado Jim Rohn que aprendi a respeitar com o passar do tempo. É dele, por exemplo, a seguinte frase: “Tenho pena das pessoas que têm um restaurante favorito, mas não tem um autor ou livro favorito. Pois elas sabem onde alimentar seu corpo, mas matam de fome sua alma”.

 

Gosto também da visão dele sobre o fracasso. Rohn diz que o fracasso não é um evento isolado, um cataclisma. Raramente falhamos da noite para o dia. Na verdade, para ele o fracasso é geralmente o resultado inevitável de um acúmulo de pensamentos e decisões erradas. Simplificando, o fracasso não é nada mais do que alguns erros de julgamento repetidos todos os dias.

 

Mas porque alguém faria isso?, você pode se perguntar. Fácil. Porque a pessoa acha que aquilo não fará diferença. Pequenos erros, uma hora desperdiçada aqui, outra ali, etc., não parecem ter grande efeito imediato. É a mesma lógica dos fumantes – um cigarro não mata, então vou fumar outro mais. Já sabemos como vai terminar esta história.

 

Por exemplo, se você não leu pelo menos um livro nos últimos 30 dias, essa falta de disciplina não parece afetar sua vida. E como nada de ruim aconteceu, parece que podemos repetir isso por mais 30 dias. Nada acontece novamente, e quando você vai ver passou um ano inteiro sem ler. Ou sem fazer exercício. Ou sem prospectar novos clientes. Ou sem dizer a uma pessoa importante o quanto a ama. Aliás, pior do que não fazer alguma coisa é não notar como isso pode fazer diferença!

 

As conseqüências raramente são instantâneas. Ao contrário – elas se acumulam até que inevitavelmente o dia do juízo finalmente chega e devemos pagar pelo preço das decisões erradas que tomamos. Decisões que, quando tomadas, pareciam pouco importantes. Mas que somadas com o passar do tempo, transformam-se numa bola de neve imparável.

 

O problema é justamente a sutileza. No curto prazo pequenos erros realmente não parecem causar efeito algum. Na verdade, nem parece que estamos fazendo algo errado. Como nada acontece imediatamente, vamos navegando pela vida, achando que está tudo bem, mas por baixo da superfície uma grande onda, um verdadeiro “tsunami” (onda gigante) de conseqüências está se formando. Como  o céu não caiu na nossa cabeça ontem, achamos que hoje também não vai acontecer. Simplesmente  porque repetimos os mesmos erros, pensamos os mesmos pensamentos errados, escutamos as vozes e conselhos errados e fazemos as escolhas erradas.

 

Quando somos crianças, aprendemos rapidamente a não colocar a mão na tomada. Ou você coloca e leva um choque que nunca mais vai esquecer, ou escuta tantos gritos dos pais que acaba aprendendo. Mas na vida raramente isso acontece. O fracasso poucas vezes dá gritos de alerta.

 

Felizmente podemos transformar essa fórmula do fracasso na fórmula do sucesso. É simples: um pouco de disciplina praticada todos os dias.

 

Para começar, você tem que entender, de uma vez por todas, que o futuro é o que você colhe do que plantou hoje. Você pode se arrepender ou ser premiado amanhã, e quem vai decidir isso é você mesmo, fazendo o que fizer hoje. O problema é que a maioria das pessoas está tão mergulhada no presente que esquece de pensar e planejar seu futuro. Não mede as conseqüências (inevitáveis) de tudo o que fazem ou deixam de fazer.

  

De acordo com Jim Rohn, uma das coisas mais formidáveis sobre essa fórmula do sucesso – um pouco de disciplina praticada todos os dias – é que ela já traz resultados imediatos. Ao trocarmos voluntariamente erros diários por disciplina diária, experimentamos resultados positivos em curto espaço de tempo. Quando mudamos nossa dieta, nosso corpo, pele e cabelo  melhoram junto. Quando começamos a fazer exercícios, nosso nível de energia melhora imediatamente. Quando começamos a ler, um mundo novo se abre imediatamente na nossa frente. Quando prospectamos clientes, novas vendas começam imediatamente a surgir.

 

Por isso lembre-se: troque os pequenos erros pelos pequenos acertos, e com o passar do tempo isso se transformará numa grande onda de prosperidade na sua vida.

 

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O fim de um sonho… o começo de outro…

Maio 27, 2008 · Deixe um comentário

No dia 23 de maio, folheando o jornal O Diário de Mogi das Cruzes, como sempre parei para ler com mais atenção à pagina de gastronomia, pois adoro cozinhar, apesar de não chegar aos pés de um verdadeiro chef de cozinha.

Nesse dia, me chamou muito a atenção o título da coluna Diário de um Cozinheiro escrito pelo chef Fábio Watanabe “Por que o Coronel fechou?”. E o que era o “Coronel” afinal?

Era o restaurante que Fábio, sua esposa e seu irmão abriram há 3 anos em Mogi. Infelizmente, não conheci sua casa e comida, pois, para quem tem uma filha de 2 anos como eu, determinados locais não são apropriados para uma figurinha como a que tenho em casa, que não pára um segundo e acaba até perturbando outras pessoas e uma boa comida é feita para ser saboreada com tranquilidade.

Mas sempre que passávamos em frente, meu marido comentava “parece ser um lugar bem bacana!”.

O artigo que o Fábio escreveu neste dia foi quase que um desabafo e a mostra de uma grande tristeza de encerrar algo que com certeza foi um sonho alimentado com muito tempero e carinho.

Toda vez que vejo um ponto sendo reformado, uma loja e escritório sendo montados, torço para que tudo dê certo, pois sei o quanto as pessoas depositam ali suas esperanças, de uma vida melhor, de realizações, de anos de dedicação e estudo.

E toda vez que vejo algum negócio sendo fechado, fico muito triste, pois sei o quanto isso faz com que as pessoas se questionem em relação à sua capacidade, seus erros e culpas; sua auto-estima e autoconfiança são minadas e poucas pessoas permanecem para apoiá-las.

Porém, acredito que essas pessoas que não tiveram o sucesso almejado são vencedoras, pois tiveram coragem em buscar seus sonhos, ao contrário de muitos que passam a vida inteira desejando, mas não agem e nunca saberão se chegarão lá.

Que os erros cometidos sejam vistos não como fracassos, mas como aprendizado para que se possa fazer melhor da próxima vez, afinal há muito para se construir pela frente.

Normalmente, ficamos presos nas coisas ruins que aconteceram. O Fábio relatou vários incidentes que aconteceram com clientes e acho que daqui a algum tempo ele rirá disso tudo, por exemplo, o cliente que achou que o Petit Gateau estava cru, a senhora que pediu um risotto e disse que aquilo não era risotto (as pessoas acham que risoto é o arroz misturado com um monte de legumes).

O que devemos lembrar são daqueles que fizeram parte dos melhores momentos, a equipe, os clientes que sabem apreciar um bom prato, um bom atendimento; que acabaram se tornando verdadeiros amigos e fãs.

Não tive a oportunidade de conhecer o Fábio, mas tenha certeza que este sonho terminou para que possa começar outro com muito mais força, coragem e determinação.

Boa sorte e continue alimentando seus sonhos!

Ah! O Fábio tem um blog muito apetitoso, leia http://www.diariodeumcozinheiro.blogspot.com/

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Filme: “Tá dando onda”

Maio 26, 2008 · 1 Comentário

Tá dando ondaHoje, trago, na realidade, um desenho que assisti neste fim de semana por causa da minha filha de 2 anos. Fomos à locadora e ela é alucinada por pinguins, quando viu a capa do DVD ficou maluca e resolvi trazer.

Eu, particularmente, adoro desenhos, mas como tinha muitas coisas para resolver, decidi não assistir, porém como estava no computador e a TV nas minhas costas, acabei ouvindo alguns diálogos que me interessam e… muito!

A estória é de um pinguim chamado Cadu que queria ser um surfista muito famoso como seu ídolo que se chamava Big Z, principalmente porque quando era criança, Big Z foi até onde morava, lhe deu uma corrente e disse para ele correr atrás do que desejava, pois era isso que um vencedor fazia.

Cadu depois de muita luta conseguiu ser levado por um caça-talentos, um pássaro aparentemente durão, porém todo emotivo, chamado Mike; para o campeonato de surf.

Na viagem, Cadu faz amizade com João Frangão que curte a vida como poucos.

Cadu encontra Big Z que todos consideravam como morto e verifica que seu ídolo não seguiu o que um dia lhe disse: “corra atrás do que deseja” e isso o frustra muito.

Porém, Cadu resolve buscar seus sonhos, precisa competir com o desleal Tanker e acaba descobrindo que ser vencedor é muito mais que ganhar uma competição.

Em uma parte do filme, alguns integrantes do filme são entrevistados e questionados o que é ser um vencedor? Mike diz que é alguém que estabelece uma meta e vai à luta, não faz isso nem pela grana e nem pela glória, mas faz pela alegria, pela emoção.

Lani, uma pinguim salva-vidas diz que é o surfista que curte mais quando tá no mar.

Os pinguins bebês dizem que é alguém que não os derruba quando estão pegando onda e Tanker (o pinguim do mal) diz que é ter perdedores, pois sem eles não existe um vencedor.

O que eles disseram, apesar de se referirem ao campeonato de surf, tem tudo a ver com o mundo empresarial, pois como já tratei em vários momentos em meu blog,  o empreendedor precisa ter uma meta estabelecida para saber onde deseja chegar.

É uma pessoa persistente, pois nem sempre as coisas são fáceis, busca a realização acima de tudo que lhe dá prazer e satisfação. Normalmente, curte cada etapa cumprida e cada meta alcançada.

Ao contrário do que Tanker diz, não precisa tornar as pessoas perdedoras, sua competição é interna, quer mostrar para si mesmo que pode alcançar o que deseja e não precisa derrubar seus concorrentes e nem humilhar seus fornecedores.

Enfim, vencer é buscar uma constante melhoria dos processos e pessoas, realização, prazer e resultados.

Assista ao filme, acho que você vai gostar!!!

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Filme: “A pequena Miss Sunshine”

Abril 14, 2008 · Deixe um comentário

A pequena Miss Sunshine Uma comédia que faz rir e ao mesmo tempo refletir sobre vários aspectos de nossa vida. Uma família muito estranha formada pelo pai que tenta vender um programa motivacional; uma mãe que busca trazer a normalidade para a família; seu irmão gay que acaba de sair de uma clínica, pois tentou suicídio; um filho que deseja se tornar aviador e por isso resolve fazer um voto de silêncio; um avô que usa drogas e adora revistas pornôs e uma garotinha de 7 anos que quer ser miss, porém é totalmente fora dos padrões de beleza vigentes, pois é gordinha.

Essa família, apesar de muitas divergências, resolvem seguir para a Califórnia para que Olive (a garotinha) possa participar do concurso de beleza Miss Sunshine e nessa viagem tudo de errado acontece até o final surpreendente que acaba unindo essa família maluca.

Algumas coisas podemos analisar neste filme:

1. O pai que quer tornar seu programa motivacional um sucesso e busca utilizar isso em sua própria família, porém não tem resultado.

Aqui, vejo uma crítica que o produtor faz em relação à divulgação de tantos programas motivacionais que existem no mundo e que não trazem um resultado efetivo. Quantos de vocês já assistiram à uma palestra motivacional? Quanto tempo durou a motivação? Enfim, muito pouco tempo… porém me deparo cada vez mais com empresários participando de qualquer palestra que diz trazer o segredo do sucesso, pagam preços absurdos, mas e os resultados?

2. Olive que deseja participar de um concurso de beleza como é o sonho de tantas meninas e se tornam escravas de um padrão que não são para todas.

O produtor mostra os bastidores do concurso, com mães que moldam suas filhas como se fossem obras primas. Meninas de 7 anos que parecem mulheres em miniatura, deixando totalmente sua infância para trás. A indústria do ego que cresce a cada dia e que não aceita aqueles que são diferentes. Para alguns empreendedores, uma área que cresce a cada dia, pois as crianças tornaram-se mais consumistas e exigentes, amadurecem mais cedo, um grande mercado a ser explorado.

3. A busca da realização do sonho de Dwayne, o filho que deseja ser aviador e de Olive em ser miss.

A mãe, sempre uma grande incentivadora dos filhos, compartilhando e buscando formas de ajudá-los, mesmo com várias dificuldades. O sonho é um dos elementos fundamentais na vida dos empreendedores e por isso, é algo que devemos incentivar em nossos filhos para que eles possam desenvolver as características essenciais para alcançarem o que desejam.

 4. O tio deprimido que vê que tudo o que passou, que a princípio seria de fracasso, foi um momento de muito aprendizado e que se não passasse por isso, a vida talvez não teria sentido.

O empreendedor sempre enxerga os fracassos como momentos de aprendizado para que possa se desenvolver e errar menos.

 5. O avô que quer viver intensamente cada minuto e fala tudo o que tem vontade, mostra que temos que valorizar cada etapa de nossa vida.

Talvez, muitos gostariam de ser o avô, pois ele faz tudo o que temos vontade de fazer e não fazemos, pois temos medo de sermos mal vistos pela sociedade, de sermos ridicularizados. Mas e daí? A felicidade talvez esteja muito mais próxima e ficamos dificultando nossa vida para finalmente, encontrá-la.

6. Em um momento do filme, Olive fala para o avô que tem medo de perder o concurso e até pensa em desistir, pois o pai pode deixar de amá-la, pois ele sempre diz que não gosta de perdedores e o avô diz uma frase que faz com que ela se anime e durma tranqüila. E essa frase que deixarei para encerrar este post:

“O verdadeiro fracassado não é alguém que não vence. O verdadeiro fracassado é aquele que tem tanto medo de não vencer que não chega a tentar.”

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Filme: “Duas vidas”

Abril 7, 2008 · 2 Comentários

Duas VidasEsse filme mostra um Consultor de Imagem chamado Russ que em poucos dias fará 40 anos que nunca relaxa, sempre estressado, muitas vezes grosseiro, sem amigos e pouco se importando com sua família.

Até que um dia, encontra um garoto que para sua surpresa é ele mesmo, próximo de fazer 8 anos de idade. Esse reencontro causará uma grande virada em sua vida.

Russ quis esquecer sua infância, pois era gordinho, perdeu sua mãe antes de completar 9 anos e nunca se deu bem com seu pai, pois acreditava que ele o culpava pela morte da mãe e sentia que havia sido uma criança e um adolescente fracassado.

Quando criança sonhou em ser um piloto de avião.

O garoto quis conhecer como seria seu futuro e perguntou ao Russ o que ele fazia e como era sua vida e não gostou do que viu, disse para Russ que então ele se tornaria um adulto fracassado, pois aos 40 anos de idade não tinha cachorro, não era piloto de avião e não era casado, enfim, tudo o que desejava não aconteceria.

No início, o garoto não entendeu o que fazia um Consultor de Imagem e depois disse a Russ que era ajudar as pessoas a mentirem sobre quem são, fingindo que são outras pessoas.

Russ procura uma conhecida para fazer um desabafo sobre a situação e ela diz que isso deve estar ocorrendo, pois ele precisa encontrar algo importante que esqueceu para mudar, além disso, questiona: “quantos de nós nos tornamos o que sonhamos quando crianças? Apenas fazemos o melhor possível.”

E o melhor possível para quem?

Russ adulto e Russ garoto acabam encontrando Russ aos 70 anos e com uma grande surpresa!! Agora… só assistindo!!!

Encontro pessoas bem-sucedidas, porém com um vazio interno muito grande, pois ainda não encontraram um sentido para sua vida, fazem coisas por fazer e pior, para contemplar o que as pessoas esperam delas e param de buscar o que realmente, pudesse fazê-las mais felizes e completas.

Para que se transformar em um personagem, é difícil manter isso pela vida toda, por isso as pessoas entram em conflitos e poços, muitas vezes, sem fundos.

Sermos nós mesmos, não é fácil, mas é a única forma de atrair as pessoas que verdadeiramente nos admiram, nos amam.

Por que precisamos nos tornar adultos estressados, chatos e tão preocupados com nossa imagem? Que tal resgartamos nossos sonhos de infância para sermos mais felizes? O sonho é o alimento de todo empreendedor que o transforma em uma meta com desafio e significado pessoal que o motiva para fazer coisas aparentemente impossíveis.

E saiba… nunca é tarde para nos tornarmos a pessoa que sempre desejamos ser.

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Como escrever um Plano de Negócios (Parte 3)

Março 20, 2008 · 3 Comentários

Uma das grandes desculpas é a de que Pesquisa de Mercado é cara e só pode ser feita por empresas especializadas, sendo assim, é algo impossível para o pequeno empresário.

Mito!!! Qualquer pessoa pode fazer uma excelente pesquisa de mercado, é só querer e utilizar a técnica TBC (“tirar o bumbum da cadeira”). O que isso quer dizer?

Não adianta ficar horas e horas na Internet, dias e dias lendo livros e revistas especializados. Isso é importante, é claro que sim, mas não é só… o principal é você ver, conversar, sentir o tipo de negócio que você deseja.

E também não adianta mandar alguém fazer por você, afinal seu olhar é mais crítico, pois seu foco é maior do que qualquer outra pessoa, detalhes serão tratados com especial atenção.

E como partir para a ação?

Vamos exemplificar com um negócio… um restaurante (em todos os treinamentos que ministro, sempre existem inúmeras pessoas que desejam montar algo na área de alimentação, já que é assim… vou dar algumas dicas).

Não comece a pesquisa com idéias pré-concebidas ou pré-conceitos, vá de cabeça vazia para que possa ser muito mais rica a coleta de informações.

Primeiro, vá conversar com os clientes de restaurantes, o que gostam, o que não gostam, o que gostariam de encontrar, preços que pagariam ou que pagam, tipo de ambiente, localização, atendimento, quantas vezes freqüentam, pratos preferidos. É um bate-papo e não simplesmente, perguntas de Sim ou Não, pois em uma conversa, você pode conseguir informações que não imaginou obtê-las. Ah! Pergunte também sobre os concorrentes, pontos fortes e fracos e tudo mais que você quiser investigar.

Depois, pesquise seus concorrentes. E como fazer? Você pode conversar com eles, se você se sentir constrangido, vá aos restaurantes como um cliente. Experimente a comida, analise o cardápio, veja o movimento, quanto tempo você leva para ser atendido, como é o atendimento, o uniforme dos funcionários. Faça perguntas ao garçom, ao barman, do tipo: “quantos chopps se tira por noite, qual o melhor dia, qual o ticket médio dos clientes”. Não precisa ser direto, mas de uma forma que a outra pessoa se sinta como em um bate-papo.  Você verá quantas informações terá!!

Também tire informações com os fornecedores, eles poderão te dizer o que vende mais, prazos de validade, até como utilizar determinados produtos, e pasme… você poderá ter até informações de seus concorrentes. Sem querer, os vendedores acabam te falando cada coisa (não se esqueça que eles falarão de você também!!).

Além disso, consulte especialistas das mais variadas áreas, tais como: contador, advogado, nutricionista, cozinheiro, garçom, tirador de chopp e todos que você achar necessário para estruturar seu negócio.

Deixe de preguiça, vire um Sherlock Holmes dos negócios. É melhor você ter um grande trabalho antes de abrir a empresa do que ter um trabalho maior ainda em ter que lidar com coisas que você não pesquisou. 

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Como escrever um Plano de Negócios (Parte 2)

Março 13, 2008 · 1 Comentário

No post anterior que trata desse assunto, fiz algumas perguntas norteadoras para a elaboração de um plano, você respondeu? Vou esclarecer o motivo delas: 

Para aqueles que desejam montar seu negócio, as perguntas eram: O que você deseja montar? Por que você quer esse negócio? Quanto você quer ganhar com esse negócio?

Muitas pessoas apenas respondem a primeira pergunta da seguinte forma: “Quero algo que dê dinheiro”. Mas exatamente, o quê? Para àqueles que não sabem, a primeira coisa que se deve fazer é uma boa pesquisa de mercado, saber o que as pessoas precisam e desejam e para quem já tem algo definido, lá vai outra pergunta, as pessoas realmente querem o que você vai oferecer? Não adianta você ter uma grande idéia se não tem mercado.

Vamos exemplificar, fui ministrar um treinamento no interior do Paraná e verifiquei que não haviam rotisserias no local, apenas alguns restaurantes; sendo assim, não seria uma boa idéia montar um boa rotisseria, afinal a concorrência era mínima, eu adoro cozinhar e seria uma novidade? Fui fazer uma pesquisa e verifiquei que seria uma péssima idéia, pois a região possui muitos imigrantes italianos que cultivam a tradição de fazer suas próprias massas e pratos e as pessoas não vivem a loucura das grandes cidades que tudo precisa ser urgente; nos supermercados encontramos poucos pratos prontos, pois não há procura. Os habitantes ainda cultivam o hábito de almoçarem e jantarem em casa com toda a família reunida.

Pois é, uma ótima IDÉIA, porém com poucas chances de êxito, por isso nunca deixe de realizar uma boa pesquisa de mercado.

Quando uma idéia de negócio começa a florescer, as pessoas se apaixonam por ela (veja meu post sobre isso) e não acreditam que algo pode dar errado. Cuidado em fazer algo que você ama e acha que pode virar um excelente negócio, muitas pessoas quando perguntadas por que montaram ou querem montar tal negócio respondem que é algo que gostam muito. Quando ouço essa resposta me parece que o negócio é mais um hobby e na verdade, não é (pode até ser para alguns). Já conheci muitos artesãos que são brilhantes, mas quando montar um negócio na área não deslancham, pois gostam de produzir, mas muitas vezes têm dó de vender, já viram isso? Ou então pessoas que acham que só porque gostam daquilo ou acham bacana, todos vão gostar.

Aqueles que querem empreender, precisam saber quanto querem ganhar com o negócio, caso contrário, como planejar a abertura e crescimento? Já vi pessoas investindo R$ 100.000,00 para lucrar R$ 800,00, sendo que em uma boa aplicação poderia até lucrar muito mais, quanto tempo essa pessoa vai demorar para recuperar seu investimento? Pode parecer estranho, mas grande parte das pessoas abre um negócio sem a menor noção de faturamento e lucratividade e aí vem a grande decepção.

Bem, vamos passar para aqueles que já têm um negócio próprio, as perguntas eram: Você está satisfeito com esse negócio? Como você vê o futuro desse negócio? Qual o faturamento que você deseja daqui a 5, 10, 20 anos?

É difícil você manter por muito tempo algo que não curte mais, por isso, quando bater um certo desânimo se questione se vale a pena estar nele ainda ou se vale vendê-lo ou mudar de ramo porque quando você está em uma fase de desmotivação (e isso não acontece só quando o negócio vai mal) não se consegue inovar, ter boas idéias, buscar outras oportunidades. Agora quando você curte sua empresa, as idéias fluem, as oportunidades aparecem, pois há sempre um desafio.

Pare, feche os olhos e vislumbre seu futuro… como você se vê? Com essa empresa ou não? Se não, o que você está fazendo? Se sim, como essa empresa está daqui a alguns anos? Isso é importante para você estabelecer suas metas pessoais e empresariais e elaborar seu planejamento.

No próximo post, falarei sobre a pesquisa de mercado.

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Não espere que alguém jogue sua vaca no precipício… atire-a antes!

Março 12, 2008 · Deixe um comentário

VacaEsta parábola é uma das minhas preferidas, pois faz com que pensemos sobre mudança, segurança, risco, potencial… tudo o que faz parte do mundo empreendedor. Já fiquei esperando que as pessoas atirassem minhas vacas no precipício e a frustração do início deu lugar a novas oportunidades. Hoje, não espero que venha alguém para fazer isso por mim, mesmo com um certo medo, já atirei muitas vaquinhas e garanto que foram as melhores coisas que fiz e até penso: “Porque não atirei antes?”

Leia a parábola e assim, você entenderá melhor o que quero dizer.

“Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre a importância dos encontros inesperados. De acordo com o mestre, tudo que está diante de nós nos oferece uma chance de aprender ou ensinar. Quando cruzavam a porteira de um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável, o discípulo comentou: - O senhor tem razão. Veja este lugar… Acabo de aprender que muita gente está no paraíso, mas não se dá conta disso e continua a viver em condições miseráveis.

- Eu disse aprender e ensinar – retrucou o mestre. Constatar o que acontece não basta; é preciso verificar as causas, pois só entendemos o mundo quando entendemos as causas.

Bateram à porta da casa e foram recebidos pelos moradores: um casal, três filhos, todos com as roupas sujas e rasgadas.

- O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas – observou o mestre ao pai de família. Como sobrevivem aqui?

E o homem, calmamente, respondeu.

- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Parte desse produto nós vendemos ou trocamos, na cidade vizinha, por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte, produzimos queijo, coalhada e manteiga para o nosso consumo. E assim vamos sobrevivendo.

O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por um momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo:

- Pegue a vaquinha daquele homem, leve-a ao precipício e jogue-a lá embaixo.

- Mas ela é a única forma de sustento da família! – espantou-se o discípulo.

O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe pedira o mestre, e a vaca morreu na queda. A cena ficou gravada em sua memória.

Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo à família, pedir perdão e ajudá-los financeiramente.

Ao chegar lá, para sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e foi recebido por um caseiro muito simpático.

- Para onde foi a família que vivia aqui há dez anos?

- Continuam donos do sítio.

Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo, mas o rapaz nem respondeu, pois se achava por demais ansioso para saber como o homem conseguira melhorar tanto o sítio e ficar tão bem de vida.

- Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu no precipício e morreu – disse o senhor. Então, para sustentar minha família, tive que plantar ervas e legumes. Como as plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive que replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa dos meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas.

Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu!”

Atirar a vaca pode ser mudar de ramo de negócio, buscar novas oportunidades, mudar de emprego, fechar um negócio, sair da sociedade que há muito você deseja, enfim, mude… faça algo diferente para descobrir suas reais potencialidades.

Mesmo que sua vaca seja bonitinha… talvez esteja na hora de atirá-la!

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